quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Guia da Casa Própria - Revista Minha Casa

Gostou? 
Meninas,

Aproveitando o embalo de ontem sobre decoração da nossa casa me lembrei desse guia maravilhoso da casa própria que saiu na revista minha casa no ano passado!

Toda quinta (durante 15 semanas) vou postar uma parte do guia para vocês.

Vamos a 1ª parte: É hora de comprar a casa própria?






É hora de comprar a casa própria?

Financiar a aquisição de um imóvel exige planejamento financeiro e pessoal, detalhado com calma e prudência.

10 questões para avaliar antes de dar um grande passo
1. Tenho uma fonte de renda estável?
Pense sobre como você ganha dinheiro. Pergunte-se:‘Eu trabalho com carteira assinada?’, ‘Tenho uma ocupação estável?’, ‘Sou autônomo?’ Como um financiamento pode durar 30 anos, é complicado falar em estabilidade a longo prazo. “Então considere que sua situação econômica precisa ser estável no momento em que se decidir pela compra”, recomenda Marcelo Prata, CEO do Canal do Crédito, empresa paulista distribuidora de crédito imobiliário. “O comprador deve ter uma espécie de ‘seguro prestação’ – equivalente a três ou seis parcelas – para o caso de perder o emprego ou ter algum outro imprevisto”, explica.
2. Quanto consigo economizar por mês?
Contas de luz, supermercado, aluguel, escola, transporte, saúde e lazer. Você sabe quanto gasta por mês? Faça os cálculos e veja o que sobra, pois essa diferença corresponde à parcela máxima que você pode assumir. Mas ainda resta uma pergunta: ‘Quero destinar todo o excedente às prestações ou prefiro investir uma parte?’ “Dúvidas resolvidas, aí sim vá em busca de um imóvel com uma parcela adequada”, ensina Roberta Braguiroli de Queiroz, especialista em financiamento imobiliário. Mas lembre-se de que os bancos não permitem prestações que comprometam mais do que 30% da renda.
3. Como minha família é hoje e como será nos próximos anos?
Não dá para adivinhar o futuro, mas o ideal é tentar se antecipar: “Planeje da melhor forma possível o que pode acontecer durante o tempo de financiamento. Além de faculdade, profissão nova, mudança de emprego ou compra de carro, filhos também podem entrar nos planos”, reforça Roberta.
4. Na negociação com o banco, posso somar a renda com a de alguém que não seja parente?
Sim, você pode escolher um amigo, por exemplo. “O mercado está cada vez mais flexível. Alguns bancos aceitam até cinco pessoas para compor a renda, independentemente do grau de parentesco”, diz Marcelo Prata, do Canal do Crédito. Mas o imóvel ficará no nome de todos e todos estarão comprometidos com o financiamento.
5. E se meu nome estiver sujo?
Os bancos não liberam financiamento para quem está com o nome no Serasa ou no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC). Mas não é só isso que conta: “O banco analisa o histórico do cliente e vê se ele cumpre os compromissos financeiros que assume”, avisa Marcelo.
6. Se moro de aluguel e pretendo investir em um imóvel na planta, consigo bancar as duas despesas até me mudar?
Os números falam: comprar na planta é mais barato do que após o término da obra. Mas os empreendimentos demoram cerca de três anos para ficar prontos. Então quem mora de aluguel vai ter que pagar a locação mais a prestação por todo esse tempo. Se quiser arriscar, saiba que é comum ainda haver atrasos na entrega do imóvel e atente para outro alerta de Marcelo: mês a mês, o valor do imóvel é corrigido pelo Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) ou pelo Custo Unitário Básico de Construção (CUB).
7. Tenho condições de dar uma entrada significativa?
Quanto mais alta a entrada, menores a dívida e o prazo do financiamento, segundo Roberta Queiroz. O saldo devedor e os gastos futuros com juros também caem. Mas, além da entrada, você ainda terá que desembolsar o valor da documentação (veja a pergunta 10). Se não dispuser de tantos recursos à vista, melhor adiar um pouco a aquisição.
8. Como posso aproveitar meus investimentos na compra?
Se você contribui há mais de três anos para o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), pode empregar o total acumulado no pagamento da entrada ou do financiamento – e, como o FGTS costuma render menos que a inflação, vale usá-lo. Caderneta de Poupança ou ações também devem ser consideradas. Mas pense a longo prazo: ‘Vale a pena gastar todo o dinheiro na compra?’, ‘Precisarei pagar a educação dos meus filhos no futuro?’
9. Ao adquirir um imóvel na planta, o banco aprova o crédito antes da entrega das chaves?
Enquanto a obra não termina, você paga à construtora a entrada e as parcelas. Um pouco antes da entrega do imóvel, já pode pedir o financiamento. Isso significa que o banco quita a sua dívida com a construtora e você passa a pagar a ele as prestações. “Antes de comprar o imóvel na planta, verifique com o banco se você tem condições de obter o crédito de que precisará ao receber as chaves”, aconselha Plinio Ricardo Merlo Hypólito, advogado de direito imobiliário, de São Paulo. Em alguns casos, o financiamento pode acontecer no momento da compra e você começará a pagar os juros sobre o imóvel em construção.
10. Consigo assumir gastos paralelos, como mudança, documentação e reforma?
Quem mora com os pais terá que mobiliar e equipar a casa nova. Quem paga aluguel pode reaproveitar os móveis, mas dificilmente escapará de comprar alguns itens, além de ter que bancar a mudança. Se for um imóvel usado, talvez ele peça reforma; se for comprado na planta, vai demandar pintura, piso, marcenaria e iluminação. Em todos os casos, no ato da compra você ainda gastará 5% do valor do imóvel em documentação, que inclui o registro no cartório de imóveis e o Imposto de Transmissão de Bens Intervivos (ITBI).

Fonte: Revista Minha Casa

Beijos =*

Um comentário:

  1. Vai ser bastante útil pois ainda não comprei a casa, quando chegar em casa vou ler com calma.Bjss

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